Esperar o quê de quem?
As pessoas não cansam de falar.
O simples fato de existir é uma exposição irremediável.
quarta-feira, março 09, 2005
terça-feira, março 08, 2005
sábado, março 05, 2005
sexta-feira, março 04, 2005

Eu tive medo da pigona!
Estive pensando sobre o filme. Foi divertido. Me assustei, mas ri muito também. A história não tem muito sentido pra mim. Pigona e bochechudo são assustadores. As mortes também...a história? Definitivamente não. O fato é: o filme é considerado bom por ter um final surpreendente?
quarta-feira, março 02, 2005
segunda-feira, fevereiro 28, 2005
domingo, fevereiro 27, 2005
sábado, fevereiro 26, 2005
sexta-feira, fevereiro 25, 2005
:: Closer - finalmente! ::
Depois de ler os comentários no post "quase" abaixo, tive que assistir a este filme. Na verdade, eu não sei dizer se ele é bom ou ruim. Sei dizer que eu gostei. Porquê? Porque relata coisas que podem acontecer na vida de qualquer casal...mais do que isso: mostra a relação homem-mulher, valores, ética e a falta dela. Além disso, tocou Smiths! O filme me marcou por parecer demais com coisas minhas e, pra completar, a música dos Smiths também!
Adorei! Post meio diário, mas tinha que ser! A companhia foi ótima! Obrigada Mari! Me diverti muito com você!
Filme recomendável.
quarta-feira, fevereiro 23, 2005
terça-feira, fevereiro 22, 2005
domingo, fevereiro 20, 2005
sábado, fevereiro 19, 2005
"Closer - Perto Demais": por que somos infelizes em amor?
(Contardo Calligaris)
Concordo com Caetano Veloso, "de perto ninguém é normal". Mas "Closer - Perto Demais", de Mike Nichols, me deixou pensando diferente: de perto, somos normais demais.
O filme é uma demonstração tocante de nossas impotências e incompetências sentimentais. Se você quer saber por que, em regra, somos infelizes em amor, não perca.
Para não estragar o prazer de quem não viu o filme, nada de resumo, apenas as reflexões fragmentárias com as quais passei a noite, depois de ter assistido a "Closer - Perto Demais".
1) Por que, no meio de uma história amorosa que funciona, um encontro (que sempre parece mágico) pode levar alguém a trocar a intimidade de um casal companheiro por uma visão?
Os evolucionistas dizem que os homens são infiéis por necessidade biológica. Para que a espécie continue, os machos seriam programados com o desejo de fecundar todas as fêmeas possíveis. A teoria tem uma
falha: as mulheres são tão infiéis quanto os homens (embora os homens se recusem a acreditar nessa banalidade).
O senso comum tem outra explicação: a paixão iria se apagando com a repetição, os humanos gostariam de novidade. Pequeno problema: a idéia de que a novidade seja um valor é especificamente moderna; no entanto a inconstância em amor é um hábito antigo. Outro problema ainda maior: na condução de nossas vidas, somos obstinadamente repetitivos. Insistimos nas mesmas fantasias e nos mesmos sintomas. Contrariamente ao que diz o provérbio, errar é divino, perseverar é humano. Por que seria diferente em matéria amorosa? Como pode ser que um encontro, em que mal se sabe quem é o outro ou a outra, contenha uma promessa que basta para levar alguém a dar um chute num amor que dura?
Tento responder: apaixonar-se é idealizar o outro, durar no amor é lidar com a realidade do amado ou da amada. Antes de ponderar os charmes da idealização, duas observações.
Um impasse: para manter a paixão, devo continuar idealizando o parceiro. Mas, para idealizar o outro, devo mantê-lo a distância. Se mantenho o outro a distância, renuncio aos prazeres de amor, companheirismo, cumplicidade, convivência.
Um paradoxo: se me separo porque me apaixono por outra ou outro, o parceiro que deixei se distancia de mim, portanto volto a idealizá-lo e a me apaixonar por ele.
2) Por que gostaríamos tanto de idealizar o outro que vislumbramos num novo encontro? Uma nova paixão amorosa é provavelmente o sentimento que mais pode nos transformar, para o bem ou para o mal. Por exemplo, se o outro me idealiza, carrego seu ideal como um casaco novo: modifico minha postura para que o pano caia bem no meu corpo. De uma certa forma, tento me parecer com o ideal que o outro ama em mim.
Cada amor, quando começa, é uma aventura. Não porque encontro um novo parceiro, mas porque, ao me apaixonar, descubro ou invento um novo ideal e, ao ser amado, mudo para me aproximar do que o outro imagina que eu seja.
A inconstância amorosa talvez seja a expressão imediata do desejo de mudar -não de trocar de parceiro, mas de se reinventar.
Não é estranho que, na hora em que um amor começa, alguém decida se dar um novo nome. Nenhuma mentira nisso, apenas a convicção e a esperança de que a paixão nos transforme.
Infelizmente, mudar é difícil: a sedução exercida pelos novos amores é uma veleidade, um pouco como as resoluções de que as coisas serão diferentes no ano que começa.
3) Dizem que um casal que se ama briga muito. O uso erótico das brigas é conhecido: a paz se faz na cama. Menos conhecido é o uso amoroso das brigas: chegar ao limite da ruptura pode ser um jeito de recomeçar, de voltar ao momento inicial da paixão, quando ambos esperavam que o amor os transformasse.
Problema: ninguém sabe qual é o ponto de equilíbrio além do qual as brigas não garantem renovação nenhuma, apenas desgastam um amor que se perde.
4) Alguém se apaixona por outra pessoa porque, ele se queixa, sua parceira precisa dele. É aquela coisa: seu amor me exige demais, você me sufoca, me prende. Isso, é claro, é um jeito de dizer: com você sou sempre o mesmo. Também é uma projeção: separo-me porque não agüento minha própria dependência de você. Visto que me detesto por estar a fim de lhe pedir amor a cada minuto, acho intolerável que você me peça. Quem pensa e age assim, em geral, fica sozinho no fim.
5) Um homem volta para o lar depois de ter estado nos braços de outra. Sua mulher pergunta: você me ama ainda? Ela tem razão, é a única pergunta que importa.
Uma mulher volta para o lar depois de ter estado nos braços de outro. Seu homem pergunta: você esteve com ele? Insiste: quero a verdade. Pede os detalhes: gostou? Gozou? Onde aconteceu, em que posição, quantas vezes?
O ciúme feminino é uma exigência amorosa. O ciúme do homem é uma competição com o outro, um duelo de espadas, uma esgrima homossexual que tem pouco a ver com o amor pela amada e muito a ver com as excitantes lutinhas masculinas da infância.
Enfim, quem sabe o filme nos ajude a inventar jeitos de amar menos desafortunados e mais interessantes.
Tirado daqui.
(Contardo Calligaris)
Concordo com Caetano Veloso, "de perto ninguém é normal". Mas "Closer - Perto Demais", de Mike Nichols, me deixou pensando diferente: de perto, somos normais demais.
O filme é uma demonstração tocante de nossas impotências e incompetências sentimentais. Se você quer saber por que, em regra, somos infelizes em amor, não perca.
Para não estragar o prazer de quem não viu o filme, nada de resumo, apenas as reflexões fragmentárias com as quais passei a noite, depois de ter assistido a "Closer - Perto Demais".
1) Por que, no meio de uma história amorosa que funciona, um encontro (que sempre parece mágico) pode levar alguém a trocar a intimidade de um casal companheiro por uma visão?
Os evolucionistas dizem que os homens são infiéis por necessidade biológica. Para que a espécie continue, os machos seriam programados com o desejo de fecundar todas as fêmeas possíveis. A teoria tem uma
falha: as mulheres são tão infiéis quanto os homens (embora os homens se recusem a acreditar nessa banalidade).
O senso comum tem outra explicação: a paixão iria se apagando com a repetição, os humanos gostariam de novidade. Pequeno problema: a idéia de que a novidade seja um valor é especificamente moderna; no entanto a inconstância em amor é um hábito antigo. Outro problema ainda maior: na condução de nossas vidas, somos obstinadamente repetitivos. Insistimos nas mesmas fantasias e nos mesmos sintomas. Contrariamente ao que diz o provérbio, errar é divino, perseverar é humano. Por que seria diferente em matéria amorosa? Como pode ser que um encontro, em que mal se sabe quem é o outro ou a outra, contenha uma promessa que basta para levar alguém a dar um chute num amor que dura?
Tento responder: apaixonar-se é idealizar o outro, durar no amor é lidar com a realidade do amado ou da amada. Antes de ponderar os charmes da idealização, duas observações.
Um impasse: para manter a paixão, devo continuar idealizando o parceiro. Mas, para idealizar o outro, devo mantê-lo a distância. Se mantenho o outro a distância, renuncio aos prazeres de amor, companheirismo, cumplicidade, convivência.
Um paradoxo: se me separo porque me apaixono por outra ou outro, o parceiro que deixei se distancia de mim, portanto volto a idealizá-lo e a me apaixonar por ele.
2) Por que gostaríamos tanto de idealizar o outro que vislumbramos num novo encontro? Uma nova paixão amorosa é provavelmente o sentimento que mais pode nos transformar, para o bem ou para o mal. Por exemplo, se o outro me idealiza, carrego seu ideal como um casaco novo: modifico minha postura para que o pano caia bem no meu corpo. De uma certa forma, tento me parecer com o ideal que o outro ama em mim.
Cada amor, quando começa, é uma aventura. Não porque encontro um novo parceiro, mas porque, ao me apaixonar, descubro ou invento um novo ideal e, ao ser amado, mudo para me aproximar do que o outro imagina que eu seja.
A inconstância amorosa talvez seja a expressão imediata do desejo de mudar -não de trocar de parceiro, mas de se reinventar.
Não é estranho que, na hora em que um amor começa, alguém decida se dar um novo nome. Nenhuma mentira nisso, apenas a convicção e a esperança de que a paixão nos transforme.
Infelizmente, mudar é difícil: a sedução exercida pelos novos amores é uma veleidade, um pouco como as resoluções de que as coisas serão diferentes no ano que começa.
3) Dizem que um casal que se ama briga muito. O uso erótico das brigas é conhecido: a paz se faz na cama. Menos conhecido é o uso amoroso das brigas: chegar ao limite da ruptura pode ser um jeito de recomeçar, de voltar ao momento inicial da paixão, quando ambos esperavam que o amor os transformasse.
Problema: ninguém sabe qual é o ponto de equilíbrio além do qual as brigas não garantem renovação nenhuma, apenas desgastam um amor que se perde.
4) Alguém se apaixona por outra pessoa porque, ele se queixa, sua parceira precisa dele. É aquela coisa: seu amor me exige demais, você me sufoca, me prende. Isso, é claro, é um jeito de dizer: com você sou sempre o mesmo. Também é uma projeção: separo-me porque não agüento minha própria dependência de você. Visto que me detesto por estar a fim de lhe pedir amor a cada minuto, acho intolerável que você me peça. Quem pensa e age assim, em geral, fica sozinho no fim.
5) Um homem volta para o lar depois de ter estado nos braços de outra. Sua mulher pergunta: você me ama ainda? Ela tem razão, é a única pergunta que importa.
Uma mulher volta para o lar depois de ter estado nos braços de outro. Seu homem pergunta: você esteve com ele? Insiste: quero a verdade. Pede os detalhes: gostou? Gozou? Onde aconteceu, em que posição, quantas vezes?
O ciúme feminino é uma exigência amorosa. O ciúme do homem é uma competição com o outro, um duelo de espadas, uma esgrima homossexual que tem pouco a ver com o amor pela amada e muito a ver com as excitantes lutinhas masculinas da infância.
Enfim, quem sabe o filme nos ajude a inventar jeitos de amar menos desafortunados e mais interessantes.
Tirado daqui.
quarta-feira, fevereiro 16, 2005
terça-feira, fevereiro 15, 2005
quinta-feira, fevereiro 10, 2005
segunda-feira, fevereiro 07, 2005
sexta-feira, fevereiro 04, 2005
quinta-feira, fevereiro 03, 2005
quarta-feira, fevereiro 02, 2005
terça-feira, fevereiro 01, 2005
domingo, janeiro 30, 2005
Vai, se você precisa ir
Não quero mais brigar esta noite
Nossas acusações infantis
E palavras mordazes que machucam tanto
Não vão levar a nada, como sempre
Vai, clareia um pouco a cabeça
JÁ que você não quer conversar.
JÁ brigamos tanto
Mas não vale a pena
Vou ficar aqui, com um bom livro ou com a TV
Sei que existe alguma coisa incomodando você
Meu amor, cuidado na estrada
E quando você voltar
Tranque o portão
Feche as janelas
Apague a luz
E saiba que te amo
Não quero mais brigar esta noite
Nossas acusações infantis
E palavras mordazes que machucam tanto
Não vão levar a nada, como sempre
Vai, clareia um pouco a cabeça
JÁ que você não quer conversar.
JÁ brigamos tanto
Mas não vale a pena
Vou ficar aqui, com um bom livro ou com a TV
Sei que existe alguma coisa incomodando você
Meu amor, cuidado na estrada
E quando você voltar
Tranque o portão
Feche as janelas
Apague a luz
E saiba que te amo
sábado, janeiro 29, 2005
quinta-feira, janeiro 27, 2005
segunda-feira, janeiro 24, 2005
segunda-feira, janeiro 17, 2005
sábado, janeiro 15, 2005
LAST RESORT
(Papa Roach)
Cut my life into pieces
This is my last resort
Suffocation
No breathing
Don?t give a fuck if I cut my arm bleeding
This is my last resort
Cut my life into pieces
I?ve reached my last resort
Suffocation
No breathing
Don?t give a fuck if I cut my arm bleeding
Do you even care if I die bleeding
Would it be wrong
Would it be right
If I took my life tonight
Chances are that I might
Mutilation outta sight
And I?m contemplating suicide
Cuz I?m losing my sight
Losing my mind
Wish somebody would tell me I?m fine
Losing my sight
Losing my mind
Wish somebody would tell me I?m fine
I never realized I was spread too thin
Till it was too late
And I was empty within
Hungry
Feeding on chaos
And living in sin
Downward spiral where do I begin
It all started when I lost my mother
No love for myself
And no love for another
Searching to find a love up on a higher level
Finding nothing but questions and devils
Cuz I?m losing my sight
Losing my mind
Wish somebody would tell me in fine
Losing my sight
Losing my mind
Wish somebody would tell me I?m fine
Nothing?s alright
Nothing is fine
I?m running and I?m crying
I?m crying
I?m crying
I?m crying
I?m crying
I can?t go on living this way
Cut my life into pieces
This is my last resort
Suffocation
No breathing
Don?t give a fuck if I cut my arm bleeding
Would it be wrong
Would it be right
If I took my life tonight
Chances are that I might
Mutilation outta sight
And I?m contemplating suicide
Cuz I?m losing my sight
Losing my mind
Wish somebody would tell me I?m fine
Losing my sight
Losing my mind
Wish somebody would tell me I?m fine
Nothing?s alright
Nothing is fine
I?m running and I?m crying
I can?t go on living this way
Can?t go on
Living this way
Nothing?s alright
(Papa Roach)
Cut my life into pieces
This is my last resort
Suffocation
No breathing
Don?t give a fuck if I cut my arm bleeding
This is my last resort
Cut my life into pieces
I?ve reached my last resort
Suffocation
No breathing
Don?t give a fuck if I cut my arm bleeding
Do you even care if I die bleeding
Would it be wrong
Would it be right
If I took my life tonight
Chances are that I might
Mutilation outta sight
And I?m contemplating suicide
Cuz I?m losing my sight
Losing my mind
Wish somebody would tell me I?m fine
Losing my sight
Losing my mind
Wish somebody would tell me I?m fine
I never realized I was spread too thin
Till it was too late
And I was empty within
Hungry
Feeding on chaos
And living in sin
Downward spiral where do I begin
It all started when I lost my mother
No love for myself
And no love for another
Searching to find a love up on a higher level
Finding nothing but questions and devils
Cuz I?m losing my sight
Losing my mind
Wish somebody would tell me in fine
Losing my sight
Losing my mind
Wish somebody would tell me I?m fine
Nothing?s alright
Nothing is fine
I?m running and I?m crying
I?m crying
I?m crying
I?m crying
I?m crying
I can?t go on living this way
Cut my life into pieces
This is my last resort
Suffocation
No breathing
Don?t give a fuck if I cut my arm bleeding
Would it be wrong
Would it be right
If I took my life tonight
Chances are that I might
Mutilation outta sight
And I?m contemplating suicide
Cuz I?m losing my sight
Losing my mind
Wish somebody would tell me I?m fine
Losing my sight
Losing my mind
Wish somebody would tell me I?m fine
Nothing?s alright
Nothing is fine
I?m running and I?m crying
I can?t go on living this way
Can?t go on
Living this way
Nothing?s alright
quarta-feira, janeiro 12, 2005
terça-feira, janeiro 11, 2005
domingo, janeiro 09, 2005
sábado, janeiro 08, 2005
domingo, janeiro 02, 2005
sexta-feira, dezembro 31, 2004
terça-feira, dezembro 28, 2004
PRESENTEAR
Viver
é conjugaçao
do presente.
Viver
é presentear.
Mais que um jeito de doer,
viver
é um modo de doar.
E um presente
mais que objeto
é o elo entre dois olhos
e a floraçao dos gestos.
Nao se dá apenas
pelo prazer de ver
o outro receber.
Dá-se
para que o outro
recebendo,
também dê.
Affonso Romano Santanna
Jornal Estado de Minas - Caderno Cultura - 26-12-2004
Viver
é conjugaçao
do presente.
Viver
é presentear.
Mais que um jeito de doer,
viver
é um modo de doar.
E um presente
mais que objeto
é o elo entre dois olhos
e a floraçao dos gestos.
Nao se dá apenas
pelo prazer de ver
o outro receber.
Dá-se
para que o outro
recebendo,
também dê.
Affonso Romano Santanna
Jornal Estado de Minas - Caderno Cultura - 26-12-2004
segunda-feira, dezembro 27, 2004
sábado, dezembro 25, 2004
10 COISAS QUE LEVEI ANOS PARA APRENDER (L.F.Veríssimo)
01- Jamais,sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante
na mesma noite.
02- Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça
humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra
seria reuniões".
03- Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
04- As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase
nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
05- Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
06- Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
07- A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
08- Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa
pessoa. (Esta é muito importante. Preste atenção. Nunca falha!)
09- Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10- Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um armador solitário
construiu a Arca de Noé. Um grande grupo de profissionais construiu o
Titanic.
01- Jamais,sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante
na mesma noite.
02- Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça
humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra
seria reuniões".
03- Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
04- As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase
nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
05- Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
06- Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
07- A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
08- Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa
pessoa. (Esta é muito importante. Preste atenção. Nunca falha!)
09- Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10- Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um armador solitário
construiu a Arca de Noé. Um grande grupo de profissionais construiu o
Titanic.
quinta-feira, dezembro 23, 2004
Mais um momento "plágio":
memória das ruínas
Este momento: é o princípio de tudo ou o seu fim? Que os pássaros metálicos me persigam desde das antigas praias onde me deitei ao sol, que os fantasmas me sirvam o sangue como se fosse uma alimento beatífico de que necessitam para viver, que o meu sorriso me persiga e te persiga. Havia montes de cadáveres nas rochas. Agora vivem encostados na minha pele, agora vivem destes momentos e destes gritos em silêncio. Sei que a verdade está algures entre as mentiras e as palavras não ditas, ou ditas. Que podemos fazer senão continuar a provocar a nossa derrota. Na vida sangramos a cada novo gesto, a cada novo apelo, a cada nova batalha. Na vida sangramos. Agora sim, desisti. As palavras assumem as formas dos pesadelos e só eu as consigo definir. Ou a forma dos silêncios que guardo junto ao corpo. Já não acredito na perfeição e é disso que vou morrer. Agora, este momento, apenas serve para confirmar que dentro de mim encontro apenas aquilo que sei. A vida só existe quando eu me explodir.
Daqui!
memória das ruínas
Este momento: é o princípio de tudo ou o seu fim? Que os pássaros metálicos me persigam desde das antigas praias onde me deitei ao sol, que os fantasmas me sirvam o sangue como se fosse uma alimento beatífico de que necessitam para viver, que o meu sorriso me persiga e te persiga. Havia montes de cadáveres nas rochas. Agora vivem encostados na minha pele, agora vivem destes momentos e destes gritos em silêncio. Sei que a verdade está algures entre as mentiras e as palavras não ditas, ou ditas. Que podemos fazer senão continuar a provocar a nossa derrota. Na vida sangramos a cada novo gesto, a cada novo apelo, a cada nova batalha. Na vida sangramos. Agora sim, desisti. As palavras assumem as formas dos pesadelos e só eu as consigo definir. Ou a forma dos silêncios que guardo junto ao corpo. Já não acredito na perfeição e é disso que vou morrer. Agora, este momento, apenas serve para confirmar que dentro de mim encontro apenas aquilo que sei. A vida só existe quando eu me explodir.
Daqui!
quarta-feira, dezembro 22, 2004
" (...)Houve uma época da minha vida em que eu achava que era um grande mérito mostrar que agüentava. Agüentava beber, agüentava dor, agüentava fome e solidão, falta de grana, falta de sorte, era só eu, meu computador e meu gato contra o mundo.
Agora eu sei que mérito mesmo é agüentar os homens. E a gente agüenta. Desde sempre, a gente agüenta. Agora não estou mais falando por mim e minhas amigas, mas por toda a classe feminina. A gente agüenta, então façam o favor de se esforçarem também, porque as mulheres são muito mais fáceis do que os Brutus.(...)"
Daqui.
Agora eu sei que mérito mesmo é agüentar os homens. E a gente agüenta. Desde sempre, a gente agüenta. Agora não estou mais falando por mim e minhas amigas, mas por toda a classe feminina. A gente agüenta, então façam o favor de se esforçarem também, porque as mulheres são muito mais fáceis do que os Brutus.(...)"
Daqui.
"Eu tenho, você tem e eu duvido que aquele cara ajoelhado na frente do santo ou aquela mulher descalça numa ciranda espírita não tenham: ódio. E eu não sou só isso, eu não sou assim o tempo todo, eu não me baseio nisso. Mas, sim, eu odeio, e como. E a cada dia eu odeio mais conscientemente, a cada ano eu odeio mais especificamente e a cada noção da vida eu odeio mais verdadeiramente. Eu odeio que encostem o cotovelo, a bunda ou uma cerveja molhada em mim enquanto eu tento encontrar um espaço para dançar. Eu odeio que encostem em mim, odeio a pele de um desconhecido indesejado. Odeio homens com camisetinhas justas e colares. Odeio garotas de nariz empinado em suas calças que de tão apertadas fedem corrimento. Odeio meninas ensebadas que mexem demais no cabelo e olham para os lados com vergonha da própria existência. Odeio homens que olham para bundas como se admirassem uma carne pendurada no açougue e odeio mais ainda quando fazem bico e aquele sim com a cabeça, tipo "concordo com o mundo que ela é muito gostosa". E se ele fizer aquela chupada pra dentro do tipo "hmmmmm delícia" já é algo que ultrapassa os limites do meu ódio. Bater o dedinho do pé na quina, futebol pelo rádio, pessoas felizes demais, bocejos, mania de batuques (sim, foi para você), cigarro enquanto eu tô comendo (ou a qualquer hora), mau atendimento em restaurante (ou em qualquer lugar) e pessoas que não sabem chupar laranja ou tomar sopa sem sonoridades."
Tirado daqui!
terça-feira, dezembro 21, 2004
segunda-feira, dezembro 20, 2004
"Uma história começada como a necessidade obscena e idiota de coçar o saco. E terminada pela saciedade obscena e idiota de o saco já ter sido coçado.
Tudo tão simples como expelir algo fisiológico. E eu me sentindo uma merda mesmo."
"E você continua escrevendo sua história pulando linhas, errando palavras, esquecendo os títulos. E eu continuo escrevendo seu nome com letras cheias, para tentar preencher você de alguma maneira. Pra tentar deixar tangível a sua existência. E principalmente pra poder amassar o papel e jogar no lixo"
Textos tirados daqui.
Tudo tão simples como expelir algo fisiológico. E eu me sentindo uma merda mesmo."
"E você continua escrevendo sua história pulando linhas, errando palavras, esquecendo os títulos. E eu continuo escrevendo seu nome com letras cheias, para tentar preencher você de alguma maneira. Pra tentar deixar tangível a sua existência. E principalmente pra poder amassar o papel e jogar no lixo"
Textos tirados daqui.
domingo, dezembro 12, 2004
terça-feira, dezembro 07, 2004
Red Letter Day Lyrics
(Get Up Kids )
You?ve got some nerve I never knew,
What with the world we gave away in front of you.
I see it all
Much clearer now.
You?re just a phase
I?ve gotten over anyhow.
It?s over,
I?m not giving in again.
We?re loyal like brothers,
Just us versus all the others.
You the one for
You the one for me?
I trusted misleading
Promises worth repeating.
How could you do this to me?
Red letter day that I learned
I?m sure you?ll get what you deserve.
I see it all
Much clearer since?
Far past the point of this.
It?s over.
We?re loyal like brothers,
Just us versus all the others.
You the one for
You the one for me?
I trusted misleading
Promises worth repeating.
How could you do this?
How could you do this to me?
? And if it?s a lie
I don?t want to be the one who signed.
I?m not the one who falls down,
It?s over now.
Over now.
If you want to try?
Try to forget it.
I?ll say it?s over,
I?m gone.
We?re loyal like brothers,
Just us versus all the others.
You the one for
You the one for me?
I trusted misleading
Promises worth repeating.
How could you do this?
How could you do this?
How could you do this to me?
(Get Up Kids )
You?ve got some nerve I never knew,
What with the world we gave away in front of you.
I see it all
Much clearer now.
You?re just a phase
I?ve gotten over anyhow.
It?s over,
I?m not giving in again.
We?re loyal like brothers,
Just us versus all the others.
You the one for
You the one for me?
I trusted misleading
Promises worth repeating.
How could you do this to me?
Red letter day that I learned
I?m sure you?ll get what you deserve.
I see it all
Much clearer since?
Far past the point of this.
It?s over.
We?re loyal like brothers,
Just us versus all the others.
You the one for
You the one for me?
I trusted misleading
Promises worth repeating.
How could you do this?
How could you do this to me?
? And if it?s a lie
I don?t want to be the one who signed.
I?m not the one who falls down,
It?s over now.
Over now.
If you want to try?
Try to forget it.
I?ll say it?s over,
I?m gone.
We?re loyal like brothers,
Just us versus all the others.
You the one for
You the one for me?
I trusted misleading
Promises worth repeating.
How could you do this?
How could you do this?
How could you do this to me?
De uma amiga, uma figurinha repetida:
A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.
A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.
domingo, dezembro 05, 2004
sábado, dezembro 04, 2004
É uma e trinta, madrugada, uma hora absurda para estar, de novo, repetindo o absurdo de outros momentos, em frente a um iluminado ecrã e rente às palavras. Aqui, como se o espaço fosse ainda algo de verificável, agora que por todo lado existes, ainda que antes se dissesse longe e agora apenas se saiba dizer por aí. Indefinido. No entanto tocas-me, não agora, ou também agora, muitas vezes, repetindo: de diversas formas. Talvez por isso faça sentido, parado, os dedos lestos sobre o teclado preto, e as palavras-sombra que os meus olhos entendem a meia-luz. Estas palavras, sabes, vogam por cima de pausas violentas, ritos esquecidos de alheamento, para lá do rio da memória esquecida, para lá das porções urgentes de terra inexistente, para lá do mundo silencioso. Suspeito que falo apenas do que existe, esqueço por isso o espaço físico que destrói, e vivo para além das vagas esperanças do que sonho. Lembro o ?Sonho de Colombo?, o azul talvez, ou Gala no estandarte, ou o sonho, o esforço, a persistência. Com o correr das palavras penso que talvez fale apenas do futuro, para lá, além, amanhã, sempre...
By Sublinhar
By Sublinhar
quinta-feira, dezembro 02, 2004
quarta-feira, dezembro 01, 2004

Como faço há vários anos...é importante entrar nessa luta. Para mais informações sobre a doença e programas de combate, clique aqui.
sábado, novembro 27, 2004
quinta-feira, novembro 25, 2004
domingo, novembro 21, 2004
sábado, novembro 20, 2004
sexta-feira, novembro 19, 2004
quarta-feira, novembro 17, 2004
Obrigada a todos aqueles que compareceram no Tapas, a todas mensagens, emails e telefonemas!
Aos amigos mais fofos, obrigada pela presença (e se eu esqueci de alguém, me desculpe!):
Dani
Fefê
Brendoca
Faela
Kell
Marie
Mi
Carol
Cecé
Aline
Ana
Dumb
Garrel
Paulim
Fael
Tchelo
Yago
Lani
Marc
Mafra
Gui
Dingoh
João
PS: Fotocas vêm depois!
domingo, novembro 14, 2004
:: Casa Ototoi ::
"Incubadora de projetos culturais. Palestras. Curso de djs. Oficina de música eletrônica. Exibição de mais de 20 vídeos de produtores brasileiros. Café 24hs. Restaurante indiano jayrama. Domino?s Pizza."
Alguém anima?
"Incubadora de projetos culturais. Palestras. Curso de djs. Oficina de música eletrônica. Exibição de mais de 20 vídeos de produtores brasileiros. Café 24hs. Restaurante indiano jayrama. Domino?s Pizza."
Alguém anima?
sábado, novembro 13, 2004
Sem rede, sempre sem rede. Prefiro morrer na queda...
Hoje, é o dia em que te quero dizer: Agora! Porque mais tarde podemos estar mortos, ou simplesmente estar sem tempo. Hoje é esse dia em que armado em inocente te digo: Está nas tuas mãos quebrar as frágeis barreiras de vidro que ainda nos separam. Nem amanhã nem depois, hoje. Este é o dia em que decido que tenho que percorrer o fio de arame (a vida) sem nenhuma rede que me proteja da queda. Sem rede, sempre sem rede. Prefiro morrer na queda a ter uma segurança falsa qualquer.
Roubado daqui de novo.
Hoje, é o dia em que te quero dizer: Agora! Porque mais tarde podemos estar mortos, ou simplesmente estar sem tempo. Hoje é esse dia em que armado em inocente te digo: Está nas tuas mãos quebrar as frágeis barreiras de vidro que ainda nos separam. Nem amanhã nem depois, hoje. Este é o dia em que decido que tenho que percorrer o fio de arame (a vida) sem nenhuma rede que me proteja da queda. Sem rede, sempre sem rede. Prefiro morrer na queda a ter uma segurança falsa qualquer.
Roubado daqui de novo.
Cento e doze palavras
A
primeira
palavra
a
contar
do
fim
é:
?sempre?.
Pelo
meio
escrevo:
nunca; desejo; amor; interrogo; irremediável; demasiado.
As
frases
são
assim:
?uma irremediável dor que se sente, desencontrada, despojada, ilimitada?;
?haver alegria, que conheço, perdida no museu de fímbria cinzenta?.
Outra
duração:
?Criar espaços vazios, lugares utópicos, ilusões contraditórias, demasiado tempo desabitado procurando almas azuis no limite?;
?A imensidão da porta fechada, esperando que me convidem a entrar, subvertendo a ordem estabelecida das peças no tabuleiro-vida de xadrez.?
Durante
a
noite
eu
interrogo:
?que verdade inaceitável escondes do credo luminescente das flores??.
E
só
um
silêncio
responde,
a tudo.
A verdade é que lentamente esqueço o significado da palavra.
Para sempre?
Daqui.
A
primeira
palavra
a
contar
do
fim
é:
?sempre?.
Pelo
meio
escrevo:
nunca; desejo; amor; interrogo; irremediável; demasiado.
As
frases
são
assim:
?uma irremediável dor que se sente, desencontrada, despojada, ilimitada?;
?haver alegria, que conheço, perdida no museu de fímbria cinzenta?.
Outra
duração:
?Criar espaços vazios, lugares utópicos, ilusões contraditórias, demasiado tempo desabitado procurando almas azuis no limite?;
?A imensidão da porta fechada, esperando que me convidem a entrar, subvertendo a ordem estabelecida das peças no tabuleiro-vida de xadrez.?
Durante
a
noite
eu
interrogo:
?que verdade inaceitável escondes do credo luminescente das flores??.
E
só
um
silêncio
responde,
a tudo.
A verdade é que lentamente esqueço o significado da palavra.
Para sempre?
Daqui.
quinta-feira, novembro 11, 2004
"As mulheres se equivocam quando reclamam da imagem que a mídia faz da mulher. Os homens sabem que nem todo mundo tem os seios de Bardot, nem o pescoço de Jamie Lee Curtis, nem a bunda de Felicity Kendall, e não nos importamos nem um pouco."
HORNBY, Nick. Alta fidelidade.Tradução de Paulo Reis. Rio de Janeiro, 1998. Rocco.
É bom saber e ouvir isso...
HORNBY, Nick. Alta fidelidade.Tradução de Paulo Reis. Rio de Janeiro, 1998. Rocco.
É bom saber e ouvir isso...
E antes que eu me esqueça de comentar a cagada fenomenal, faço das palavras do Simão da Folha as minhas: "errar é humano, duas vezes é americano"
terça-feira, novembro 09, 2004
segunda-feira, novembro 08, 2004
domingo, novembro 07, 2004
Happy Ending
(Avril Lavigne)
oh oh oh
oh oh oh
so much for my happy ending
oh oh oh
oh oh oh
so much for my happy ending
oh oh oh
oh oh oh
so much for my happy ending
lets start this over
it's not like we're dead
was it something i did?
was it something you said?
don't leave me hanging
in a city so dead
held up so high
on such a breakable thread
You were all the things i thought i knew
and i thought we could be
You were everything, everything
that i wanted
we were meant to be, supposed to be
but we lost it
all of our memories so close to me
just fade away
all this time you were pretending
so much for my happy ending
so much for my happy ending
you've got your dumb friends
i know what they say (they say)
they tell you i'm difficult
but so are they (so are they)
but they don't know me
do they even know you (even know you)
all the things you hide from me
all the s*** that you do (all the s*** that you do)
You were all the things i thought i knew
and i thought we could be
You were everything, everything
that i wanted
we were meant to be, supposed to be
but we lost it
all of our memories so close to me
just fade away
all this time you were pretending
so much for my happy ending
It's nice to know that you were there
thanks for acting like you care
and making me feel like i was the only one
it's nice to know we had it all
thanks for watchin' as i fall
and letting me know we were done
he was everything, everything that i wanted
we were meant to be, supposed to be
but we lost it
all of our memories so close to me
just fade away
all this time you were pretending
so much for my happy ending
You were everything, everything
that i wanted
we were meant to be, supposed to be
but we lost it
all of our memories so close to me
just fade away
all this time you were pretending
so much for my happy ending
oh oh
so much for my happy ending
oh oh
so much for my happy ending
oh oh oh oh
(Avril Lavigne)
oh oh oh
oh oh oh
so much for my happy ending
oh oh oh
oh oh oh
so much for my happy ending
oh oh oh
oh oh oh
so much for my happy ending
lets start this over
it's not like we're dead
was it something i did?
was it something you said?
don't leave me hanging
in a city so dead
held up so high
on such a breakable thread
You were all the things i thought i knew
and i thought we could be
You were everything, everything
that i wanted
we were meant to be, supposed to be
but we lost it
all of our memories so close to me
just fade away
all this time you were pretending
so much for my happy ending
so much for my happy ending
you've got your dumb friends
i know what they say (they say)
they tell you i'm difficult
but so are they (so are they)
but they don't know me
do they even know you (even know you)
all the things you hide from me
all the s*** that you do (all the s*** that you do)
You were all the things i thought i knew
and i thought we could be
You were everything, everything
that i wanted
we were meant to be, supposed to be
but we lost it
all of our memories so close to me
just fade away
all this time you were pretending
so much for my happy ending
It's nice to know that you were there
thanks for acting like you care
and making me feel like i was the only one
it's nice to know we had it all
thanks for watchin' as i fall
and letting me know we were done
he was everything, everything that i wanted
we were meant to be, supposed to be
but we lost it
all of our memories so close to me
just fade away
all this time you were pretending
so much for my happy ending
You were everything, everything
that i wanted
we were meant to be, supposed to be
but we lost it
all of our memories so close to me
just fade away
all this time you were pretending
so much for my happy ending
oh oh
so much for my happy ending
oh oh
so much for my happy ending
oh oh oh oh
terça-feira, novembro 02, 2004
As boas dos últimos dias:
música dedicada a mim!
Obrigada João, NUNCA alguém fez algo tão fofo assim pra mim...
O show do Doroth foi foda! Valeu, Samex!
Up e Obra com amigos!
Fefê, Kell, Dani, Brenda, Fael, Flávio, Samex, Marc, Ana...Amo vocês!
Dançar igual vagaba com as amigas...amo!
Ter amigos fodas como vocês só tem me deixado melhor ainda! Talvez grande parte de vocês nem leiam isso aqui, mas pra mim é importante ressaltar o quanto amo vocês!!!
música dedicada a mim!
Obrigada João, NUNCA alguém fez algo tão fofo assim pra mim...
O show do Doroth foi foda! Valeu, Samex!
Up e Obra com amigos!
Fefê, Kell, Dani, Brenda, Fael, Flávio, Samex, Marc, Ana...Amo vocês!
Dançar igual vagaba com as amigas...amo!
Ter amigos fodas como vocês só tem me deixado melhor ainda! Talvez grande parte de vocês nem leiam isso aqui, mas pra mim é importante ressaltar o quanto amo vocês!!!
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos ? não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas que eram tão importantes e sólidas em sua vida, a serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração - e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
?Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é?.
Paulo Coelho
UFA! EU FECHEI MINHA PORTA...MUDEI O DISCO...LIMPEI A CASA...SACUDI E AINDA ESTOU SACUDINDO A POEIRA...
quinta-feira, outubro 28, 2004
"(...) a espécie mais nociva de homens, porque impõem sua existencia tanto as custas da verdade quanto às custas do futuro."
"Os bons - eles foram o princípio do fim...
E sejam quais forem os danos que possam causar os caluniadores do mundo, o dano dos bons é o mais danoso dos danos."
Tirado daqui.
"Os bons - eles foram o princípio do fim...
E sejam quais forem os danos que possam causar os caluniadores do mundo, o dano dos bons é o mais danoso dos danos."
Tirado daqui.
terça-feira, outubro 19, 2004
domingo, outubro 10, 2004
Esquisito como algumas coisas me afetam e custam a ser "entendíveis" aos meus olhos. É claro, é fato, mas mesmo assim eu continuo a acreditar. Eu acredito que, quando eu digo que algo é pra SEMPRE, eu faço o possível pra manter o sempre. E o nunca? Por que as pessoas acreditam no sempre e nunca no nunca?
Sempre, nunca. Nunca, sempre. Tão distantes, né? Sei lá...eu sei que eu acredito mais no sempre, apesar de que, a maioria ou quase todos de meus "sempre" citados, não deram certo. Continuo a acreditar. O sempre nunca me fará ficar longe.
Sempre:
[Do lat. semper.]
Adv.
1. Em todo o tempo; em qualquer ocasião:
2. Sem cessar; continuamente, constantemente
Nunca:
[Do lat. nunquam.]
Adv.
1. Em tempo algum; em nenhum tempo; jamais
2. Não (1): &
3. Em algum tempo (passado); já, jamais
Em todo o tempo, em qualquer ocasião, eu jamais, em tempo algum, quero sentir assim mais. Continuo a acreditar, mas que essa crença faça valer a verdade.
sábado, outubro 09, 2004
quarta-feira, outubro 06, 2004
"Sofrimento amoroso, a dor mais inspiradora e mais perversa. Pois a profundidade do sentimento que acabou atinge camadas até então intocadas. Não deu certo, e você tinha toda certeza que havia achado a pessoa da sua vida. Mil desentendimentos foram suficientes para acabar com tudo. E dói. Porque, se é como um edredom de penas de ganso estar amando, sendo amado, o contrário é mesmo o miserável frio. Paixão, a idiotice necessária. Logo, primeiro se é um idiota, depois se ama e se entende estar para sempre acompanhado. Por baixo do edredom de penas de ganso, que é o estado amoroso. Então os canais da comunicação se engarrafam. Congestionam-se as veias. Seu coração fica dilatado igual a coração de grávida. A caixa torácica torna-se pesada, a postura fica meio curva. Você levanta e parece que continua com a cadeira colada à bunda. Por fim, você corre sem sair do lugar."
"- Desculpa.
- Não é uma questão de desculpar ou não desculpar.
- Não dá mais pra agüentar as coisas do jeito que estão. Não dá.
- Eu já pedi desculpas. O que quer que eu faça? Que eu me mate?
Ele vai demorar para responder, homens não sabem como agir quando as mulheres falam em se matar. Seria até desleal se antes não fosse a trágica realidade - mulheres cogitam se matar o tempo todo."
Daqui.
"- Desculpa.
- Não é uma questão de desculpar ou não desculpar.
- Não dá mais pra agüentar as coisas do jeito que estão. Não dá.
- Eu já pedi desculpas. O que quer que eu faça? Que eu me mate?
Ele vai demorar para responder, homens não sabem como agir quando as mulheres falam em se matar. Seria até desleal se antes não fosse a trágica realidade - mulheres cogitam se matar o tempo todo."
Daqui.







